A construção da hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, cujo leilão foi realizado anteontem (20/04/2010) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), vai gerar perto de 42 mil empregos, segundo estimativas da Eletrobrás. A estatal calcula que o empreendimento, orçado em R$ 19 bilhões, vai propiciar a criação de 18.700 postos diretos de trabalho e outros 23 mil indiretos.
Segundo cálculos da Eletrobrás, a operação da usina de Belo Monte proporcionará por ano uma arrecadação de cerca de R$ 170 milhões a título de compensação financeira pela utilização de recursos hídricos, os chamados royalties sobre a produção de energia elétrica. Trata-se de um valor muito parecido ao que é pago anualmente pela hidrelétrica de Tucuruí, no rio Tocantins. Segundo a Eletrobrás, os royalties de Belo Monte serão distribuídos entre o Estado do Pará e o município onde se localizará a usina (Brasil Novo), entre outros, na forma regulamentada pela Aneel.
O projeto de construção da hidrelétrica prevê também, nos estudos ambientais e na licença prévia, um variado conjunto de ações na área social e de caráter urbanístico. Entre essas ações, a Telebrás destaca investimentos em saneamento básico – incluindo coleta e tratamento de esgoto, tratamento e abastecimento de água e construção de aterro sanitário –, desenvolvimento de projeto de drenagem urbana e recuperação urbanística e ambiental da orla do Xingu e dos igarapés.
Nos estudos está contemplado também o reassentamento da população residente às margens dos igarapés. Ao todo são 4.232 famílias cadastradas, o que corresponde a mais de 16 mil pessoas. Essas famílias hoje vivem precariamente em palafitas construídas nos barrancos ou sobre as águas poluídas dos igarapés Altamira, Ambé e Panelas, em condições de extrema insegurança e insalubridade.
Ao contrário do que tem sido propalado pelas organizações que se opõem à execução da obra, Belo Monte não exigirá o deslocamento de índios que vivem na região do Xingu no Pará, de acordo com informação prestada ontem pela direção da Eletrobrás. “O empreendimento não afeta diretamente nenhuma comunidade indígena”, informou a empresa, através de sua assessoria.
Acrescentou que, próximo ao ponto onde será construída a hidrelétrica, estão localizadas as terras indígenas Paquiçamba e Arara da Volta Grande do Xingu (no rio Xingu) e a aldeia indígena juruna do Km 17 (junto à PA-415). A população total dessas três comunidades, segundo a Eletrobrás, é hoje de 226 habitantes. A empresa ressaltou que foram realizados estudos etnoecológicos, de acordo com procedimentos estabelecidos pela Funai, para que se pudesse conhecer mais detalhadamente essas comunidades e para as quais foram propostos programas específicos.
O projeto elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia, prevê a montagem de duas casas de força em Belo Monte, sendo uma principal, com 18 turbinas tipo Francis com 611,11 MW cada, e a complementar, com seis turbinas tipo Bulbo de 39,9 MW, totalizando 11.233,4 MW de capacidade para Belo Monte. O projeto da EPE está disponível para consulta na página da Aneel na internet.
Fonte: Portal Diário do Pará
Drops_do_Kahuna
quinta-feira, 22 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
SE GOIÁS E A BAHIA PODEM – POR QUE OS OUTROS ESTADOS NÃO PODEM?
Enquanto os olhos dos ambientalistas do planeta estão voltados para Os Estados do Mato Grosso, Pará e Maranhão impondo uma nova ordem mundial (O terrorismo Verde) e transformando o que na década de 60, e70 foram chamados de heróis no programa do Governo militar o tão conhecido “ocupar para não perde” em bandidos do mundo moderno. A Bahia aproveita e desmata 40% do seu Cerrado existente. Quem tem acesso ao Google Earth pode vê a dimensão da nova fronteira agrícola em território Bahiano que começa na divisa com o Estado de Minas atravessa as divisas dos Estados de Goiás, e Tocantins terminando na fronteira com o Piauí. Boa parte do cerrado Bahiano foi transformado em mega plantações de milho, algodão e soja. Algumas dessas fazendas pertencentes a estrangeiros.
Veja matéria a respeito abaixo
Fazendas brasileiras se profissionalizam e alavancam agronegócio do país.
Nos arredores do município de Luiz Eduardo Magalhães na Bahia, é fácil se sentir minúsculo em relação à paisagem.
Plantações de soja, milho e algodão se estendem até o horizonte debaixo de um imenso céu azul, com uma ou outra árvore, silo ou trecho de vegetação do cerrado para dar a sensação de escala.
Caminhões duplos carregados de soja correm pelas rodovias. Longe das estradas principais, é raro ver seres humanos, a não ser dentro das cabines das colheitadeiras ou, no final da tarde, quando o ar fica parado, nas cabines dos aviões de pulverização que voam absurdamente perto do solo.
Esta é a face da mudança no agronegócio brasileiro. Ao longo das duas últimas décadas, o país se transformou numa potência agrícola global. Hoje, é o maior exportador de vários alimentos, incluindo carne, frango, suco de laranja, café verde, açúcar, etanol, tabaco e soja em forma de grãos, óleo, e farelo para ração, além de ser o quarto maior exportador de milho e carne de porco.
Muitos fazendeiros dos arredores de Luiz Eduardo Magalhães vieram do sul do país, onde eles ou suas famílias cultivavam cerca de 40 ou 50 hectares de terra. Aqui, as propriedades costumam ter dezenas e até centenas de milhares de hectares.
Além do tamanho e da tecnologia, os recém-chegados trouxeram um bem que normalmente falta na fronteira agrícola do Brasil: a boa administração.
“O que você pode ver aqui é um novo modelo para o agronegócio no Brasil”, diz André Pessoa, coordenador do Rally da Safra, uma pesquisa anual sobre as regiões produtoras de grãos do Brasil. “Não é comum no Brasil encontrar fazendeiros prestando contas para investidores estrangeiros.”
Estes investidores, diz ele, querem ter 100% de garantia sobre a propriedade da terra. Eles querem ter certeza de que os fazendeiros estão obedecendo as leis ambientais e trabalhistas, que têm boas relações com a comunidade e que procuram se proteger das flutuações dos preços das safras e das taxas de câmbio. “Eles querem transparência e rigor em tudo”, diz ele.
“Isso não faz parte da vida cotidiana do fazendeiro tradicional brasileiro.”
Durante a ditadura militar de meados da década de 60 até meados da década de 80, boa parte da expansão da agricultura foi, no mínimo, desorganizada.
Seguindo a máxima militar do “ocupar para não perder”, os fazendeiros se estabeleceram em trechos da floresta amazônica, sem prestar muita atenção a detalhes como as escrituras das terras.
A pecuária com frequência abriu o caminho para a agricultura, especialmente nos Estados centrais como Mato Grosso até o sul da bacia amazônica. A terra ocupada pelos agricultores do sul antes era considerada inútil para a agricultura por causa de sua acidez alta. Mas o Brasil é abundante em cal; usando isso e outros aditivos, os agricultores transformaram o centro do Brasil numa fronteira agrícola altamente produtiva e em rápida expansão.
O Mato Grosso foi especialmente bem sucedido por causa de suas terras planas, relativamente baratas e das chuvas abundantes. Os fazendeiros lá costumam semear e colher três safras por ano, normalmente revezando a soja, o milho e o algodão.
Mas os fazendeiros do Mato Grosso dizem que enfrentam uma grande desvantagem: a logística. A soja normalmente viaja mais de dois mil quilômetros através de estradas mal pavimentadas até os portos do sudeste do Brasil, reduzindo a competitividade dos fazendeiros.
Mais ao leste de Luiz Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, as coisas são diferentes. As chuvas não são tão abundantes, embora sejam previsíveis.
Os fazendeiros ficam felizes com duas safras ao ano, normalmente revezando entre a soja, o milho e o algodão. Todo o milho produzido aqui é consumido localmente. “Esta é uma região relativamente pobre que está crescendo no ritmo da China”, diz Pessoa.
“Os salários estão subindo, assim como o consumo de alimentos.”
O oeste da Bahia também atraiu o interesse dos investidores estrangeiros. Um deles á a Agrifirma Brazil, um fundo britânico estabelecido em 2008 e apoiado por Lord Rothschild e Jim Slater, antigo especulador corporativo.
A companhia é dona de 42 mil hectares nos arredores de Luiz Eduardo Magalhães, dos quais 11 mil estão sendo cultivados. Seu modelo de negócios envolve levar novas normas de administração para as fazendas já em funcionamento que ela compra, e aplicar essas normas em novas áreas. “O modelo da Agrifirma consiste em cuidar dos três Ps: da produtividade, das pessoas e do planeta”, diz Rodrigo de Araújo Rodrigues, diretor de operações.
“Respeitar o meio ambiente e as pessoas, com um foco na produtividade e na lucratividade, proporciona uma administração muito melhor.”
Na prática, isso significa obedecer estritamente as leis ambientais e trabalhistas e aplicar as melhores práticas de administração no treinamento, métodos de cultivo e finanças. No mês passado, a Agrifirma concluiu uma venda de ações no valor de US$ 25 milhões, aumentando o valor total levantado nos últimos dois anos para US$ 179 milhões. Rodrigues não têm dúvidas de que a administração é uma parte essencial de seu apelo aos investidores.
David Cleary, chefe do programa para preservar o cerrado brasileiro do grupo ambientalista The Nature Conservancy, concorda.
“A Agrifirma é um exemplo clássico do tipo de ação que está mudando o cerrado”, diz ele. “Eles querem fazer a coisa certa e veem a coisa errada como algo arriscado e custoso.” Ele diz que o oeste da Bahia e algumas áreas nos Estados vizinhos de Tocantins, Maranhão e Piauí são um “filé mignon” para os novos investidores.
“São áreas remotas que costumavam ser administradas por fazendeiros das antigas conhecidos por não cumprirem as leis”, diz ele. “Agora eles estão sendo ultrapassados pela globalização e estão percebendo que se quiserem atrair investidores, precisam administrar seriamente.”
Vários outros fundos estão operando no oeste da Bahia ou procurando investir na região. Um deles é o Adecoagro, apoiado por George Soros. O Grupo Iowa e Global Ag Biodiesel, dois fundos apoiados por investidores norte-americanos e brasileiros, também estão envolvidos.
Eles não estão sozinhos na demanda por boa administração. Walter Horita tem 45 mil hectares junto com seus dois irmãos. Seu negócio é administrado como se fosse uma companhia.
“Os fazendeiros daqui querem administrar organizações mais profissionais”, diz ele.
A população de Luiz Eduardo Magalhães triplicou para mais de 50 mil pessoas na última década à medida que o agronegócio chegou à região. Outros municípios nos Estados vizinhos estão nos primeiros estágios de transformações semelhantes.
“Hoje, sem dúvida, a Bahia está numa posição melhor por causa da qualidade da terra e da logística”, diz Rodrigues da Agrifirma. “Mas achamos que outras regiões também têm a capacidae de aplicar o mesmo modelo.”
Por Jonathan Wheatley - Luiz Eduardo Magalhães (Brasil)
Tradução: Eloise De Vylder
Veja matéria a respeito abaixo
Fazendas brasileiras se profissionalizam e alavancam agronegócio do país.
Nos arredores do município de Luiz Eduardo Magalhães na Bahia, é fácil se sentir minúsculo em relação à paisagem.
Plantações de soja, milho e algodão se estendem até o horizonte debaixo de um imenso céu azul, com uma ou outra árvore, silo ou trecho de vegetação do cerrado para dar a sensação de escala.
Caminhões duplos carregados de soja correm pelas rodovias. Longe das estradas principais, é raro ver seres humanos, a não ser dentro das cabines das colheitadeiras ou, no final da tarde, quando o ar fica parado, nas cabines dos aviões de pulverização que voam absurdamente perto do solo.
Esta é a face da mudança no agronegócio brasileiro. Ao longo das duas últimas décadas, o país se transformou numa potência agrícola global. Hoje, é o maior exportador de vários alimentos, incluindo carne, frango, suco de laranja, café verde, açúcar, etanol, tabaco e soja em forma de grãos, óleo, e farelo para ração, além de ser o quarto maior exportador de milho e carne de porco.
Muitos fazendeiros dos arredores de Luiz Eduardo Magalhães vieram do sul do país, onde eles ou suas famílias cultivavam cerca de 40 ou 50 hectares de terra. Aqui, as propriedades costumam ter dezenas e até centenas de milhares de hectares.
Além do tamanho e da tecnologia, os recém-chegados trouxeram um bem que normalmente falta na fronteira agrícola do Brasil: a boa administração.
“O que você pode ver aqui é um novo modelo para o agronegócio no Brasil”, diz André Pessoa, coordenador do Rally da Safra, uma pesquisa anual sobre as regiões produtoras de grãos do Brasil. “Não é comum no Brasil encontrar fazendeiros prestando contas para investidores estrangeiros.”
Estes investidores, diz ele, querem ter 100% de garantia sobre a propriedade da terra. Eles querem ter certeza de que os fazendeiros estão obedecendo as leis ambientais e trabalhistas, que têm boas relações com a comunidade e que procuram se proteger das flutuações dos preços das safras e das taxas de câmbio. “Eles querem transparência e rigor em tudo”, diz ele.
“Isso não faz parte da vida cotidiana do fazendeiro tradicional brasileiro.”
Durante a ditadura militar de meados da década de 60 até meados da década de 80, boa parte da expansão da agricultura foi, no mínimo, desorganizada.
Seguindo a máxima militar do “ocupar para não perder”, os fazendeiros se estabeleceram em trechos da floresta amazônica, sem prestar muita atenção a detalhes como as escrituras das terras.
A pecuária com frequência abriu o caminho para a agricultura, especialmente nos Estados centrais como Mato Grosso até o sul da bacia amazônica. A terra ocupada pelos agricultores do sul antes era considerada inútil para a agricultura por causa de sua acidez alta. Mas o Brasil é abundante em cal; usando isso e outros aditivos, os agricultores transformaram o centro do Brasil numa fronteira agrícola altamente produtiva e em rápida expansão.
O Mato Grosso foi especialmente bem sucedido por causa de suas terras planas, relativamente baratas e das chuvas abundantes. Os fazendeiros lá costumam semear e colher três safras por ano, normalmente revezando a soja, o milho e o algodão.
Mas os fazendeiros do Mato Grosso dizem que enfrentam uma grande desvantagem: a logística. A soja normalmente viaja mais de dois mil quilômetros através de estradas mal pavimentadas até os portos do sudeste do Brasil, reduzindo a competitividade dos fazendeiros.
Mais ao leste de Luiz Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, as coisas são diferentes. As chuvas não são tão abundantes, embora sejam previsíveis.
Os fazendeiros ficam felizes com duas safras ao ano, normalmente revezando entre a soja, o milho e o algodão. Todo o milho produzido aqui é consumido localmente. “Esta é uma região relativamente pobre que está crescendo no ritmo da China”, diz Pessoa.
“Os salários estão subindo, assim como o consumo de alimentos.”
O oeste da Bahia também atraiu o interesse dos investidores estrangeiros. Um deles á a Agrifirma Brazil, um fundo britânico estabelecido em 2008 e apoiado por Lord Rothschild e Jim Slater, antigo especulador corporativo.
A companhia é dona de 42 mil hectares nos arredores de Luiz Eduardo Magalhães, dos quais 11 mil estão sendo cultivados. Seu modelo de negócios envolve levar novas normas de administração para as fazendas já em funcionamento que ela compra, e aplicar essas normas em novas áreas. “O modelo da Agrifirma consiste em cuidar dos três Ps: da produtividade, das pessoas e do planeta”, diz Rodrigo de Araújo Rodrigues, diretor de operações.
“Respeitar o meio ambiente e as pessoas, com um foco na produtividade e na lucratividade, proporciona uma administração muito melhor.”
Na prática, isso significa obedecer estritamente as leis ambientais e trabalhistas e aplicar as melhores práticas de administração no treinamento, métodos de cultivo e finanças. No mês passado, a Agrifirma concluiu uma venda de ações no valor de US$ 25 milhões, aumentando o valor total levantado nos últimos dois anos para US$ 179 milhões. Rodrigues não têm dúvidas de que a administração é uma parte essencial de seu apelo aos investidores.
David Cleary, chefe do programa para preservar o cerrado brasileiro do grupo ambientalista The Nature Conservancy, concorda.
“A Agrifirma é um exemplo clássico do tipo de ação que está mudando o cerrado”, diz ele. “Eles querem fazer a coisa certa e veem a coisa errada como algo arriscado e custoso.” Ele diz que o oeste da Bahia e algumas áreas nos Estados vizinhos de Tocantins, Maranhão e Piauí são um “filé mignon” para os novos investidores.
“São áreas remotas que costumavam ser administradas por fazendeiros das antigas conhecidos por não cumprirem as leis”, diz ele. “Agora eles estão sendo ultrapassados pela globalização e estão percebendo que se quiserem atrair investidores, precisam administrar seriamente.”
Vários outros fundos estão operando no oeste da Bahia ou procurando investir na região. Um deles é o Adecoagro, apoiado por George Soros. O Grupo Iowa e Global Ag Biodiesel, dois fundos apoiados por investidores norte-americanos e brasileiros, também estão envolvidos.
Eles não estão sozinhos na demanda por boa administração. Walter Horita tem 45 mil hectares junto com seus dois irmãos. Seu negócio é administrado como se fosse uma companhia.
“Os fazendeiros daqui querem administrar organizações mais profissionais”, diz ele.
A população de Luiz Eduardo Magalhães triplicou para mais de 50 mil pessoas na última década à medida que o agronegócio chegou à região. Outros municípios nos Estados vizinhos estão nos primeiros estágios de transformações semelhantes.
“Hoje, sem dúvida, a Bahia está numa posição melhor por causa da qualidade da terra e da logística”, diz Rodrigues da Agrifirma. “Mas achamos que outras regiões também têm a capacidae de aplicar o mesmo modelo.”
Por Jonathan Wheatley - Luiz Eduardo Magalhães (Brasil)
Tradução: Eloise De Vylder
sexta-feira, 9 de abril de 2010
A falência do sistema público de saúde do Maranhão.
A saúde da segunda maior cidade do Estado está no IML. O caos é de tamanha proporção que nem podemos dizer “A saúde de Imperatriz está na UTI – Mas como se nem UTI tem! ”Não generalizando, enquanto isto parte da imprensa e políticos locais tentam explicar o inexplicável e jogar a culpa nos doentes de outros Estados. Será que eles desconhecem que quando um centro avançado de saúde recebe uma pessoa enferma que chega numa ambulância vinda de outra Cidade, Região, Estado que não oferece atendimento qualificado. Esse doente traz consigo a famosa guia de internação (AIH) e que os gastos com seu tratamento é bancado pelo seu município de origem.
Imperatriz é grande e considerada cidade pólo mais infelizmente tem pessoas com pensamentos provincianos e digamos até mesquinho.
Já imaginou se Teresina no Piauí resolvesse barrar o atendimento de saúde das pessoas oriundas do Maranhão. Se Goiânia que também recebe um grande numero de doentes dessa região principalmente casos de câncer, queimados, e outras doenças crônicas fechasse a porta. Ou se Brasília com o Sara não recebesse mais as pessoas com necessidades de reabilitação. Araguaína no Tocantins em represaria, desse o troco e não aceitasse mais os pacientes do Estado vizinho MA que lhe procura para tomar quimioterapia e radioterapia é isso mesmo amigos, os doente de câncer dessa região só tem como alternativa a cidade de Araguaína por que Imperatriz cidade pólo não oferece esse tipo de tratamento.
Quem precisa realmente de atendimento médico já sabia que essa bomba estava preste a estoura e não foi nenhuma novidade a cobertura da mídia nacional denunciando o descaso com a saúde e a falta de UTI. Mas tudo isso tem explicações falta de investimento ao longo dos anos, falta de planejamento, falta de gestão, falta de respeito dos nossos governantes com essa gente tão sofrida que não tem alternativa se não mendigar em enormes filas atravessando madrugadas um direito seu garantido pela constituição.
Agora nos holofotes da desgraça alheia aparecem os salvadores da pátria com medidas paliativas, verbas minguadas, a contra-gotas com sua velha e covarde maneira de fazer politicagem - Como isso me enoja... E fico a perguntar até quando?
Já os nobres vereadores realizam sessão extra ordinária na câmara municipal para mudar o nome de empreendimento privado por discordar do nome dado a um shopping da cidade. (isso é responsabilidade de vereador?)
Imperatriz é grande é considerada centro de referencia, é uma cidade pólo – Mas as pessoas precisão acompanhar sua grandeza, com visão macro e deixar de lado suas paixões partidárias e parar de agir como provincianos.
Finalizando, sei do esforço do atual Prefeito peregrinando nos ministérios em Brasília e deposito um voto de confiança nele – Que Madeira coloque novamente Imperatriz nos trilhos para que nossa cidade continue fazendo jus a seu nome MAJESTOSA IMPERATRIZ.
Att: Ronilson filho de Lagoa Verde que mora em Goiânia e sabe muito bem o sentido da palavra oportunidade – Pois, tive câncer e digo sem a menor sombra de duvida se hoje morasse no Maranhão não teria a chance que tenho aqui em Goiás de ter um tratamento digno.
Imperatriz é grande e considerada cidade pólo mais infelizmente tem pessoas com pensamentos provincianos e digamos até mesquinho.
Já imaginou se Teresina no Piauí resolvesse barrar o atendimento de saúde das pessoas oriundas do Maranhão. Se Goiânia que também recebe um grande numero de doentes dessa região principalmente casos de câncer, queimados, e outras doenças crônicas fechasse a porta. Ou se Brasília com o Sara não recebesse mais as pessoas com necessidades de reabilitação. Araguaína no Tocantins em represaria, desse o troco e não aceitasse mais os pacientes do Estado vizinho MA que lhe procura para tomar quimioterapia e radioterapia é isso mesmo amigos, os doente de câncer dessa região só tem como alternativa a cidade de Araguaína por que Imperatriz cidade pólo não oferece esse tipo de tratamento.
Quem precisa realmente de atendimento médico já sabia que essa bomba estava preste a estoura e não foi nenhuma novidade a cobertura da mídia nacional denunciando o descaso com a saúde e a falta de UTI. Mas tudo isso tem explicações falta de investimento ao longo dos anos, falta de planejamento, falta de gestão, falta de respeito dos nossos governantes com essa gente tão sofrida que não tem alternativa se não mendigar em enormes filas atravessando madrugadas um direito seu garantido pela constituição.
Agora nos holofotes da desgraça alheia aparecem os salvadores da pátria com medidas paliativas, verbas minguadas, a contra-gotas com sua velha e covarde maneira de fazer politicagem - Como isso me enoja... E fico a perguntar até quando?
Já os nobres vereadores realizam sessão extra ordinária na câmara municipal para mudar o nome de empreendimento privado por discordar do nome dado a um shopping da cidade. (isso é responsabilidade de vereador?)
Imperatriz é grande é considerada centro de referencia, é uma cidade pólo – Mas as pessoas precisão acompanhar sua grandeza, com visão macro e deixar de lado suas paixões partidárias e parar de agir como provincianos.
Finalizando, sei do esforço do atual Prefeito peregrinando nos ministérios em Brasília e deposito um voto de confiança nele – Que Madeira coloque novamente Imperatriz nos trilhos para que nossa cidade continue fazendo jus a seu nome MAJESTOSA IMPERATRIZ.
Att: Ronilson filho de Lagoa Verde que mora em Goiânia e sabe muito bem o sentido da palavra oportunidade – Pois, tive câncer e digo sem a menor sombra de duvida se hoje morasse no Maranhão não teria a chance que tenho aqui em Goiás de ter um tratamento digno.
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